Tag: Stove Pilot

  • BMW M5 Touring Brilha em Vermelho Brilhante Clássico BMW Individual

    BMW M5 TOURING BRIGHT RED 00

    Apesar da capacidade do novo BMW M5 de navegar silenciosamente em modos de condução totalmente elétricos, ele ainda é um pouco extrovertido. Essa personalidade se manifesta melhor quando combinada com uma cor brilhante e chamativa. Aqui estamos…

    Publicado originalmente por https://www.bmwblog.com

  • Análise: GM e Hyundai se unem para compactos, Ram e Toro com novas faces

    Em sua coluna para o Autos Segredos, o renomado Fernando Calmon analisou um movimento estratégico de peso no cenário global automotivo: a inédita aliança entre General Motors e Hyundai. Focada no desenvolvimento de carros compactos e utilitários, essa união promete remodelar o setor, otimizando recursos e expandindo portfólios para ambas as gigantes.

    Calmon detalha que a sinergia entre GM e Hyundai vai além do simples compartilhamento de tecnologia, apontando para uma cooperação profunda desde a fase conceitual dos produtos. Para a GM, a parceria oferece acesso a novas arquiteturas e tecnologias para veículos de menor custo e maior volume, cruciais em mercados emergentes. A expertise da Hyundai em carros acessíveis e eficientes, somada à escala global da GM, pode gerar produtos altamente competitivos. Já a Hyundai se beneficiaria da vasta rede de distribuição e da experiência da GM em utilitários. Essa colaboração deve acelerar o desenvolvimento, reduzir custos de engenharia e produção, e resultar em veículos mais versáteis, econômicos e conectados, atendendo às necessidades dos consumidores contemporâneos.

    Além dessa aliança, Calmon comentou as atualizações visuais de modelos importantes no mercado brasileiro: as picapes pesadas Ram 2500 e 3500, e a Fiat Toro.

    Sobre as imponentes Ram 2500 e 3500, Calmon notou que as mudanças visuais, mesmo pontuais, reforçam a presença e modernidade. Tradicionalmente robustas, as Ram se firmam como veículos de lazer e status. As atualizações estéticas – com possíveis redesenhos na grade, para-choques, iluminação LED e novas opções de rodas/cores – buscam manter a linha competitiva e atrair quem valoriza funcionalidade e design arrojado. O colunista destacou como essas alterações elevam a percepção de luxo e tecnologia, elementos crescentes no segmento de picapes de grande porte.

    A Fiat Toro, líder de vendas em seu segmento no Brasil, também teve suas transformações visuais comentadas por Calmon. Desde seu lançamento, a Toro se destacou pelo design inovador e versatilidade. As mudanças, típicas de um facelift de meio de ciclo, visam renovar seu apelo e manter a competitividade diante da crescente concorrência. Calmon detalhou como a Fiat revisou a dianteira da Toro – com alterações no capô, grade, faróis e para-choque – para uma aparência mais moderna e alinhada à identidade da marca. Internamente, o colunista abordou novos materiais, sistemas multimídia aprimorados e tecnologias de assistência, ressaltando o esforço da Fiat em manter a Toro na vanguarda.

    Em suma, a coluna de Fernando Calmon oferece um panorama abrangente das tendências automotivas, desde acordos globais que moldam o futuro dos veículos até as evoluções estéticas de modelos consolidados. Sua análise informa e provoca reflexão sobre os rumos da indústria.

  • Ringbrothers Reinventa o Clássico Aston Martin DBS como Octavia

    A Ringbrothers conquistou uma reputação inquestionável como uma das mais meticulosas e reverenciadas construtoras de carros customizados do mundo. Não é apenas uma oficina; é um santuário de engenharia e arte automotiva, onde cada projeto é uma declaração de perfeição. Localizada em Spring Green, Wisconsin, esta empresa familiar, liderada pelos irmãos Jim e Mike Ring, transcendeu o conceito tradicional de modificação de veículos, elevando-o a uma forma de expressão artística.

    Desde ícones de muscle cars reimaginados, como o lendário Plymouth Barracuda, que sob suas mãos ganha uma nova vida com toques de modernidade sem perder sua alma clássica, até restomods extravagantes e de tirar o fôlego, como seu Dodge Charger apelidado de “Tusk”, a Ringbrothers demonstrou uma capacidade ímpar de equilibrar a brutalidade da potência com a delicadeza e precisão do artesanato. Eles não se contentam em apenas instalar um motor mais potente; cada componente é meticulosamente projetado e fabricado para complementar o outro, resultando em um veículo coeso e extraordinário.

    O segredo por trás do sucesso da Ringbrothers reside em sua obsessão por detalhes. Cada painel de carroceria é revisado, cada folga é minimizada e cada linha é aperfeiçoada. Eles empregam técnicas avançadas de design e fabricação, incluindo modelagem 3D e usinagem CNC, garantindo tolerâncias apertadas e um acabamento impecável que rivaliza, e muitas vezes supera, os padrões de produção em massa. As horas incontáveis dedicadas a cada projeto são evidentes no resultado final: veículos que são tão impressionantes em um salão de exposição quanto na estrada.

    Seus interiores são uma fusão de luxo contemporâneo e design clássico, com estofamentos sob medida, instrumentação personalizada e ergonomia aprimorada. A funcionalidade nunca é sacrificada pela estética; pelo contrário, elas se complementam. Os sistemas de suspensão e frenagem são atualizados para lidar com a nova performance, e a aerodinâmica é frequentemente aprimorada de maneiras sutis, mas eficazes, garantindo que o carro não apenas pareça rápido, mas se comporte como tal.

    Exemplos de seu trabalho falam por si: o Ford Mustang “Blizzard” com seu motor supercharged; o Chevrolet Camaro “Recoil” que redefiniu o que um muscle car pode ser; ou o já mencionado “Tusk”, um Charger que desafia as expectativas com sua presença imponente e sua engenharia intrincada. Cada um é uma prova da visão e da habilidade dos irmãos Ring. Eles têm a coragem de reimaginar clássicos, introduzindo tecnologias modernas e um design audacioso, ao mesmo tempo em que prestam homenagem à herança do veículo original.

    Essa abordagem sem concessões lhes rendeu inúmeros prêmios e uma base de fãs global, incluindo colecionadores e entusiastas que buscam o auge da personalização automotiva. Um carro Ringbrothers não é apenas um meio de transporte; é uma obra de arte sobre rodas, um testemunho do que é possível quando a paixão se encontra com a perícia técnica e uma busca implacável pela perfeição. Eles não constroem carros customizados; eles constroem lendas.

  • Gunther Werks Revela Porsche 911 GWX Ultra-Raro

    Além de equipar 911s, a Gunther Werks construiu uma reputação por transformar carros esportivos clássicos da Porsche em máquinas de alta performance e engenharia de precisão, que mesclam o caráter da velha guarda com a capacidade moderna. Conhecida por suas “reimaginações” do 911 da geração 993, a empresa com sede na Califórnia leva esses amados ícones refrigerados a ar e os transforma em maravilhas modernas sem sacrificar sua alma inerente. Cada criação da Gunther Werks é um testemunho de artesanato meticuloso e um profundo entendimento da herança da Porsche.

    O processo de construção de um Gunther Werks 993 começa com um exemplar original da geração 993 do 911, que é completamente despojado até a carroceria nua. A partir daí, a equipe emprega uma combinação de técnicas de engenharia avançadas e arte tradicional para recriar o carro. A fibra de carbono é amplamente utilizada na carroceria para reduzir o peso e aumentar a rigidez, enquanto a aerodinâmica é sutilmente aprimorada para melhorar o desempenho em altas velocidades e a estabilidade.

    No coração de cada projeto está um motor boxer de seis cilindros totalmente recondicionado e significativamente modificado. Esses motores são tipicamente aumentados em cilindrada e recebem componentes internos de alto desempenho, novos sistemas de gerenciamento de motor e escapes personalizados, resultando em potências que frequentemente ultrapassam os 400 ou até 500 cavalos – números impensáveis para um 993 de fábrica. A transmissão manual original é mantida, mas aprimorada para lidar com a potência extra e proporcionar uma experiência de condução mais envolvente e precisa.

    A suspensão é completamente refeita, incorporando componentes modernos como amortecedores ajustáveis de última geração, molas personalizadas e geometrias otimizadas para a pista, mas ainda adequadas para o uso em estrada. Os sistemas de freio são atualizados para discos maiores e pinças de múltiplos pistões, garantindo uma capacidade de frenagem condizente com o aumento drástico de desempenho. As rodas, frequentemente feitas sob medida e inspiradas em designs clássicos da Porsche, são leves e otimizadas para as novas capacidades do veículo.

    O interior também recebe uma transformação completa, mas sempre com um olhar atento à herança do carro. Materiais de alta qualidade, como couro, Alcantara e fibra de carbono exposta, são usados em toda parte. Os assentos são geralmente reprojetados para maior suporte e conforto, e um painel de instrumentos atualizado, que pode incluir instrumentação digital ou redesenhada para uma estética moderna, é integrado harmoniosamente. No entanto, elementos essenciais que remetem ao clássico 911 são mantidos, garantindo que o carro ainda pareça e se sinta como um Porsche 911.

    A filosofia da Gunther Werks é criar carros que não são apenas restaurados, mas sim aperfeiçoados para o motorista moderno que aprecia a pureza de um Porsche clássico, mas exige a performance e a confiabilidade de um carro contemporâneo. Cada veículo é uma obra de arte exclusiva, produzida em números extremamente limitados, o que os torna altamente cobiçados por colecionadores e entusiastas em todo o mundo. Eles não são apenas carros; são declarações de engenharia e design automotivo, representando o ápice do que é possível ao fundir o passado glorioso com as inovações do presente.

  • Pintura do Pulse Hybrid: Pequenos defeitos, ruído maior.

    Desde que adquirimos nosso Fiat Pulse Hybrid, a experiência geral tem sido majoritariamente positiva, especialmente considerando sua proposta de valor e a eficiência do sistema híbrido. No entanto, como em qualquer veículo novo, a convivência diária revelou alguns pormenores que merecem atenção. Dois aspectos específicos chamaram nossa atenção: pequenas imperfeições na pintura e, mais significativamente, um persistente e incômodo ruído de vento proveniente da traseira do veículo. Embora ambos sejam defeitos, a maneira como cada um impacta nossa percepção e a qualidade da condução difere drasticamente, com o barulho do vento eclipsando em muito a relevância dos problemas estéticos.

    As questões relacionadas à pintura do nosso Pulse Hybrid são, em sua maioria, de natureza estética e localizada. Após uma inspeção mais detalhada sob diferentes condições de luz, notamos algumas pequenas bolhas e pontos de inclusão em áreas menos visíveis, como a borda inferior das portas e sob o capô, na região próxima aos para-lamas. Em alguns painéis, há uma sutil irregularidade na textura da tinta, que se manifesta como uma leve “casca de laranja” em certas incidências de luz. Há também alguns micro-riscos superficiais que parecem ser de fábrica, não causados por uso, especialmente no teto e na tampa do porta-malas. Embora sejam falhas de acabamento que não se esperaria em um carro novo, elas são relativamente discretas e exigem um olhar atento para serem percebidas e não comprometem a integridade estrutural ou a proteção anticorrosiva do veículo.

    Apesar de serem defeitos, esses problemas de pintura não geram um incômodo significativo no dia a dia. Eles não afetam a funcionalidade do carro, não causam degradação aparente e não são perceptíveis durante a condução. Em um mundo perfeito, a pintura de um carro novo seria imaculada. Contudo, na realidade prática, aceitamos que pequenas imperfeições estéticas podem ocorrer e, neste caso específico, elas não diminuem o prazer de dirigir ou a utilidade do Pulse Hybrid. A maioria dos passageiros ou mesmo observadores externos dificilmente as notaria, e para nós, proprietários, tornaram-se algo que reconhecemos, mas que rapidamente sai do foco de nossa atenção. O carro ainda parece ótimo no geral, e a pintura, apesar desses detalhes, cumpre seu papel visual e protetivo.

    A história muda drasticamente quando se trata do ruído de vento. Este é um problema que transcende a esfera estética e afeta diretamente o conforto acústico e a percepção de qualidade do veículo. Com o Pulse Hybrid, um assobio ou zumbido constante e perturbador começa a se manifestar consistentemente a partir de velocidades que giram em torno de 80 a 100 km/h. O som parece emanar da parte traseira do habitáculo, mais especificamente da área do porta-malas ou das portas traseiras. Não é um ruído suave de rodagem ou de pneus, mas sim um som aerodinâmico distinto, como se houvesse uma fresta ou vedação imperfeita permitindo a entrada excessiva de ar. Em viagens mais longas, ou em trechos de autoestrada, ele se intensifica, tornando-se um companheiro indesejado e persistente.

    Este ruído constante e penetrante tem um impacto considerável na experiência de condução. Ele dificulta conversas normais entre os ocupantes, forçando-nos a elevar a voz. A apreciação de músicas ou podcasts é comprometida, exigindo um aumento significativo do volume do sistema de áudio para mascarar o barulho, o que por sua vez, pode levar à fadiga auditiva. A sensação de estar em um ambiente silencioso e bem vedado, um dos pilares do conforto em veículos modernos, é completamente dissipada. Em vez de uma viagem tranquila, somos acompanhados por um lembrete constante de uma falha de engenharia ou montagem. A cada quilômetro percorrido em velocidade de rodovia, a irritação cresce, e a percepção de um veículo bem construído diminui.

    A comparação entre os dois problemas é evidente: enquanto os defeitos de pintura são meros arranhões na superfície da satisfação, o ruído de vento é uma perfuração no âmago do conforto e da qualidade percebida. Um é um detalhe que se esquece; o outro é uma presença constante que não se pode ignorar. As pequenas imperfeições estéticas do nosso Pulse Hybrid são aceitáveis, embora notadas, e de forma alguma comprometem a usabilidade ou o prazer de possuir o carro. Já o barulho de vento, por sua natureza intrusiva e persistente, rouba parte do deleite de dirigir e viajar, transformando o que deveria ser um passeio relaxante em uma experiência potencialmente desgastante. É um problema que, ao contrário da pintura, demanda uma investigação e solução por parte da concessionária ou da montadora, pois afeta diretamente a funcionalidade de um carro moderno: proporcionar um ambiente de transporte agradável e silencioso.

  • BYD e China desafiam marcas ocidentais: Entenda o impacto e os riscos

    A ascensão da China como potência industrial, especialmente no setor automotivo, redefine o cenário global. Empresas como a BYD, de participante emergente a gigante global de veículos elétricos (EVs), ilustram como políticas eficientes e uma produção arrojada e integrada não só deram vantagem competitiva aos chineses, mas forçaram uma reavaliação estratégica das marcas ocidentais. Contudo, a ideia de “vencedores e perdedores” simplifica uma dinâmica complexa; o futuro, provavelmente, não terá um lado único triunfante.

    O sucesso chinês baseia-se em uma estratégia multifacetada. O apoio governamental massivo foi crucial, com décadas de planejamento focando no desenvolvimento de cadeias de suprimentos robustas, investindo pesadamente em minerais críticos, processamento de baterias e fabricação de componentes. Subsídios impulsionaram a adoção interna de EVs, criando um mercado doméstico gigantesco que permitiu às empresas chinesas escalar rapidamente, testar e inovar. Essa integração vertical, onde empresas como a BYD controlam desde as matérias-primas até o software veicular, confere-lhes vantagem de custo e resiliência na cadeia de suprimentos.

    A velocidade de inovação e a capacidade de produção também são notáveis. Montadoras chinesas, sem o legado da combustão interna, adotaram plataformas EV nativas com agilidade, incorporando tecnologias digitais e de conectividade de ponta. A qualidade e o design melhoraram exponencialmente, desmistificando a percepção de produtos inferiores. Essa combinação de custo-benefício, tecnologia avançada e rápida expansão de portfólio tem pressionado as margens e a participação de mercado ocidentais, especialmente nos segmentos de entrada e médio porte de EVs.

    Para as marcas ocidentais, o desafio é claro: acelerar a eletrificação, otimizar cadeias de suprimentos e desenvolver software e serviços digitais competitivos. A pressão para reduzir custos sem comprometer qualidade ou percepção da marca é imensa.

    No entanto, prever um colapso ocidental seria simplista. O cenário global é de interdependência e adaptação. Marcas tradicionais possuem ativos valiosos: legado de engenharia, reputação de segurança e qualidade, redes de distribuição e serviços globais consolidadas e lealdade à marca. Elas estão se adaptando, focando em segmentos premium, investindo em P&D para tecnologias diferenciadas (como baterias de estado sólido ou software de condução autônoma) e buscando parcerias estratégicas.

    A “guerra” automotiva não é soma zero. A concorrência chinesa impulsiona a inovação, beneficiando o consumidor global com veículos mais acessíveis, eficientes e tecnológicos. Haverá joint ventures, aquisições de tecnologia e maior intercâmbio de conhecimento. Barreiras regulatórias e preferências culturais também moldarão o jogo. O futuro será de coexistência competitiva, onde adaptação, inovação contínua e busca por nichos e sinergias definirão o sucesso de todos, não a vitória unilateral de apenas um lado.

  • Ram e a estratégia de rebadging: 5 carros de outras marcas

    A Ram, marca integrante do vasto portfólio da Stellantis, é frequentemente percebida no Brasil como sinônimo de picapes grandes, potentes e, em muitos casos, de luxo. Essa imagem, associada a veículos como a 1500, 2500 e a recém-chegada Rampage, posiciona a marca em um nicho mais premium e focado em alta performance ou capacidade. No entanto, fora das fronteiras brasileiras, a realidade da Ram é bem mais abrangente e generalista, consolidando-se como uma marca de utilitários que abarca uma variedade surpreendente de veículos, inclusive alguns com origem em outras divisões da Stellantis ou, historicamente, de outras fabricantes.

    A transição da Ram de uma linha de produtos da Dodge para uma marca independente, ocorrida em 2009, foi estratégica. O objetivo era permitir que a Dodge se concentrasse em carros de passageiros e SUVs, enquanto a Ram pudesse desenvolver uma identidade robusta e focada exclusivamente em veículos comerciais e de trabalho. Contudo, essa autonomia não significou um isolamento. Pelo contrário, a Ram tem sido uma das marcas mais flexíveis do grupo no que diz respeito ao rebadging – a prática de vender um veículo de outra marca sob seu próprio logotipo.

    Essa estratégia de diversificação e aproveitamento do ecossistema global da Stellantis é fundamental para a Ram preencher lacunas em seu portfólio e competir em diferentes segmentos de mercado ao redor do mundo. Um exemplo claro dessa abordagem pode ser visto na linha de veículos comerciais leves. Nos Estados Unidos e em outros mercados, a Ram ProMaster City, por exemplo, não é um projeto original da Ram. Trata-se, na verdade, de uma Fiat Doblò Cargo rebatizada, demonstrando a capacidade da Ram de absorver veículos comprovados de outras marcas do grupo para atender às necessidades do mercado de vans compactas de carga. Da mesma forma, a Ram ProMaster é a versão norte-americana da van Fiat Ducato, um veículo europeu de grande sucesso, adaptado para as especificações e o mercado da América do Norte.

    No mercado latino-americano, a Ram também adotou essa estratégia para entrar em segmentos de picapes menores. A Ram 700, um best-seller em diversos países da região, é essencialmente uma Fiat Strada rebadged, um modelo que detém a liderança de vendas no Brasil por anos. Essa movimentação permitiu à Ram ter uma picape compacta e acessível em seu lineup sem a necessidade de investir no desenvolvimento de uma plataforma totalmente nova. De maneira similar, a Ram 1000, oferecida em mercados como a Colômbia, é uma Fiat Toro com o emblema da carneiro, visando o segmento de picapes intermediárias. Esses exemplos são cruciais para entender como a Ram, embora com uma imagem forte de picapes grandes, expande sua atuação para atender a uma gama mais ampla de consumidores e empresas, desde o pequeno empreendedor até grandes frotistas.

    A flexibilidade da Ram em adotar modelos de outras marcas não é apenas uma questão de conveniência, mas uma parte integrante da sua identidade global como fornecedora de soluções de transporte e trabalho. Essa abordagem permite que a marca seja ágil na resposta às demandas do mercado, oferecendo veículos já consolidados em termos de engenharia, confiabilidade e custo-benefício. Ao olhar para a linha de produtos da Ram fora do Brasil, fica evidente que a marca vai muito além das imponentes 1500 e 2500. Ela se posiciona como uma provedora completa de utilitários, beneficiando-se da sinergia e da engenharia compartilhada dentro do vasto universo da Stellantis. Essa é a verdadeira face da Ram: uma marca dinâmica e adaptável, pronta para carregar qualquer tipo de carga, seja ela literal ou estratégica.

  • Serviço Secreto substitui SUVs por veículos discretos da GM Defense

    O Serviço Secreto dos Estados Unidos está embarcando em uma significativa modernização de sua frota de veículos, com planos de adotar plataformas multiterreno mais discretas desenvolvidas em parceria estratégica com a GM Defense. Esta iniciativa marca um afastamento dos atuais SUVs mais visíveis, visando aprimorar a capacidade da agência de conduzir missões de proteção de alto nível de forma mais eficaz e com maior discrição.

    Atualmente, o Serviço Secreto opera uma frota diversificada que inclui veículos blindados, mas muitos de seus ativos de proteção mais robustos, especialmente os utilitários esportivos (SUVs), podem ser facilmente identificáveis. Embora ofereçam um nível de proteção e espaço necessários, sua visibilidade pode, em certas situações, comprometer a natureza discreta exigida pelas operações de segurança. Em um cenário de ameaças em constante evolução, que variam de ataques terroristas a incidentes de segurança cibernética e desastres naturais, a capacidade de operar sem chamar atenção desnecessária é primordial para a segurança dos protegidos – que incluem o Presidente, o Vice-Presidente, suas famílias e dignatários visitantes.

    A decisão de buscar veículos mais discretos reflete uma avaliação contínua das necessidades operacionais. As missões do Serviço Secreto frequentemente exigem que a equipe se adapte a uma ampla gama de ambientes, desde paisagens urbanas densas até terrenos rurais mais desafiadores. Veículos que se destacam podem inadvertidamente atrair atenção indesejada, potencialmente tornando os comboios e equipes de proteção alvos mais fáceis ou comprometendo a surpresa tática em cenários de resposta rápida. A transição para plataformas menos óbvias visa mitigar esses riscos, permitindo que as equipes se integrem melhor ao ambiente e mantenham uma vantagem tática.

    A parceria com a GM Defense, uma divisão da General Motors focada em soluções militares e de defesa, é um componente crucial desta estratégia. A GM Defense tem uma vasta experiência na adaptação de tecnologias automotivas comerciais para atender a rigorosos requisitos de desempenho e segurança militar. Espera-se que os novos veículos desenvolvidos sob esta colaboração combinem a robustez e a capacidade de desempenho off-road exigidas em situações de emergência ou em terrenos complexos, com um perfil visual que lhes permita misturar-se mais facilmente ao tráfego comum.

    Esses veículos multiterreno discretos provavelmente incorporarão avanços significativos em blindagem leve e integrada, sistemas de comunicação e vigilância de ponta, e talvez recursos de contramedidas eletrônicas, tudo isso de forma a manter uma aparência externa o mais “normal” possível. A capacidade de operar eficientemente em diversos tipos de terreno garante que as equipes possam manter a proteção e mobilidade, independentemente das condições geográficas ou climáticas. Isso pode significar veículos com suspensões adaptativas, sistemas de tração nas quatro rodas avançados e maior distância do solo, sem necessariamente ostentar o design agressivo de um veículo militar.

    A adoção de uma frota mais discreta não é apenas uma questão de estética; é uma melhoria estratégica na segurança e na capacidade operacional. Ao reduzir a visibilidade dos ativos de proteção, o Serviço Secreto pode potencialmente dificultar o reconhecimento de rotinas por parte de potenciais adversários, aumentando a imprevisibilidade e a segurança das operações. Além disso, veículos que se integram perfeitamente ao ambiente permitem uma maior flexibilidade tática, seja para deslocamentos diários, resposta a emergências ou operações de reconhecimento avançado.

    Esta modernização representa um investimento proativo na segurança nacional e na capacidade de uma das agências de aplicação da lei mais importantes dos EUA de cumprir sua missão essencial de proteção. Ao alavancar a expertise e a tecnologia da indústria automotiva, o Serviço Secreto busca garantir que suas equipes estejam equipadas com as melhores ferramentas possíveis para enfrentar os desafios de um mundo complexo e em constante mudança, mantendo seus protegidos seguros e suas operações eficazes e discretas.

  • Chevrolet Onix 2026: Teste revela prós e contras do novo hatch

    O novo Chevrolet Onix 2026 chega ao Brasil com preço reduzido para R$ 99.990, graças ao programa Carro Sustentável. Esta medida, somada a melhorias mecânicas e de design, visa reverter a queda nas vendas. Antigo líder por seis anos, o Onix agora é o sexto mais vendido e busca superar a má fama da correia dentada banhada a óleo, agora reformulada.

    O Onix 2026 apresenta nova dianteira e interior renovado, com painel digital e central multimídia de 11 polegadas nas versões mais caras, buscando modernidade. O objetivo é reconquistar clientes e atrair consumidores que preferem concorrentes mais tecnológicos como VW Polo e Peugeot 208. Contudo, o Onix enfrenta o domínio dos SUVs, que já representam mais da metade das vendas. Na faixa dos R$ 100 mil, ele concorre diretamente com diversas opções de SUVs de entrada.

    Na condução, o Onix 2026 mantém o conforto característico. O volante leve, com assistência elétrica, proporciona segurança e estabilidade. O motor, com potência ligeiramente reduzida para 115 cv (devido ao IPI), mantém o torque de 16 kgfm. Embora não seja “esperto” nas acelerações, levando quase três segundos para responder e exigindo maior giro do motor em ultrapassagens, seu desempenho é familiar para proprietários anteriores.

    A polêmica correia dentada banhada a óleo foi aprimorada. Crucial para o baixo ruído do motor, ela exigia óleo específico. O uso de lubrificantes sem a certificação Dexos da GM podia causar deterioração e acúmulo de fragmentos, afetando freios e turbina. A nova formulação busca maior resistência a óleos não certificados, mas a eficácia será comprovada após as primeiras trocas, em 10 mil km ou um ano.

    Externamente, as mudanças são sutis: grade frontal mais larga e para-choque dianteiro com ângulo de ataque 30% maior, facilitando a passagem por lombadas. O porta-malas mantém 303 litros. Internamente, apesar do painel digital e multimídia maior (em versões específicas), faltam retrovisor antiofuscamento automático e o carregador de celular por indução é mal posicionado. O uso predominante de plástico rígido, comum na categoria, não transmite sofisticação.

    O Onix busca seu retorno. Em 2019, vendeu mais de 240 mil unidades; em 2024, menos de 100 mil. A falta de atualização era um fator, mas o mercado mudou drasticamente, com os hatches perdendo espaço para os SUVs. Por R$ 100 mil, concorrentes como Citroën Basalt (R$ 93.990), Fiat Pulse (a partir de R$ 99.990) e Volkswagen T-Cross (a partir de R$ 105.890) são atrativos. A própria GM lançará um SUV compacto mais acessível.

    A versão Premier do Onix (R$ 129.190) custa mais que o Tracker turbo (a partir de R$ 119.900). Enquanto o Onix Premier oferece itens como multimídia maior e alerta de ponto cego, o Tracker entrega porta-malas maior (393L), motor mais forte (18,9 kgfm), mais espaço interno e acionamento remoto. O dilema é escolher entre mais equipamentos ou mais espaço e robustez, da mesma marca, por um preço menor. O Onix enfrenta um cenário desafiador para reconquistar seu lugar.

  • Nissan Kicks com preço reduzido e taxa zero no PCD DAY especial

    As montadoras de veículos têm intensificado suas ações voltadas para o público com deficiência (PCD), reconhecendo a importância de oferecer acessibilidade e condições especiais de compra. Nesse contexto, o ‘PCD DAY’ surge como uma iniciativa estratégica, promovida por diversas marcas em suas concessionárias, com o objetivo de facilitar a aquisição de veículos com as isenções fiscais a que esse público tem direito.

    O direito à compra de veículos com isenções fiscais é um benefício assegurado por lei no Brasil para pessoas com deficiência ou seus representantes legais, visando garantir mobilidade e inclusão social. Essas isenções podem incluir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e, em alguns casos, o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No entanto, o processo para obter essas isenções pode ser complexo, envolvendo laudos médicos, documentação específica e trâmites burocráticos junto a órgãos federais e estaduais.

    É exatamente nesse ponto que o ‘PCD DAY’ se mostra crucial. Durante esses eventos especiais, as concessionárias transformam-se em centros de atendimento e consultoria especializados. Os clientes interessados podem encontrar não apenas uma variedade de modelos de veículos elegíveis às isenções, mas também uma equipe preparada para oferecer todo o suporte necessário. Esse suporte vai desde a explicação detalhada sobre os documentos exigidos até o encaminhamento para a obtenção dos laudos e o acompanhamento de todo o processo de solicitação das isenções. O objetivo é desmistificar a burocracia e tornar a experiência de compra mais fluida e acessível.

    Um exemplo notável dessas ações é o que foi visto com o Nissan Kicks, um dos SUVs mais populares no mercado brasileiro, que tem sido frequentemente destaque em promoções voltadas para o público PCD. Em certas ações especiais, o modelo tem sido oferecido com preços significativamente reduzidos, que podem chegar a dezenas de milhares de reais de desconto em relação ao preço de tabela para o público geral, além de condições de financiamento atrativas, como a taxa zero. Essas condições tornam o Kicks uma opção extremamente competitiva e desejada, combinando o benefício das isenções fiscais com um custo de aquisição e financiamento ainda mais vantajoso.

    O Nissan Kicks, com seu design moderno, espaço interno adequado, porta-malas generoso e tecnologias de segurança e conforto, atende bem às necessidades de mobilidade de muitos indivíduos com deficiência. A altura do solo e a facilidade de acesso ao habitáculo são características que podem ser particularmente valorizadas. Além disso, a disponibilidade de versões com câmbio automático (CVT) simplifica a condução para aqueles que necessitam de adaptações ou possuem limitações motoras, tornando-o um veículo versátil para diversas situações.

    A iniciativa do ‘PCD DAY’ por montadoras como a Nissan e outras demonstra um compromisso com a inclusão e a responsabilidade social. Ao oferecer não apenas veículos, mas também um ecossistema de apoio e consultoria, essas ações garantem que o direito à mobilidade seja efetivado de maneira digna e simplificada. Para quem busca um veículo novo e tem direito às isenções PCD, acompanhar essas promoções e participar dos ‘PCD DAYs’ nas concessionárias é a melhor forma de aproveitar ofertas especiais e contar com o suporte de especialistas para realizar uma compra segura e vantajosa, garantindo a melhor escolha para suas necessidades.